GWK Cultural Park Bali: Guia completo de Garuda Wisnu Kencana

O GWK Cultural Park em Bali foi uma verdadeira descoberta para mim. Vim para cá com algum cepticismo — só queria ver a enorme estátua de Garuda Wisnu Kencana, que se avista de qualquer ponto de Bukit. Mas o parque escondia muito mais: uma área imensa, danças balinesas mesmo aos pés da estátua, jardins tropicais e aqueles corredores incríveis escavados na rocha de calcário!

Estátua de Garuda Wisnu Kencana através de uma fenda nas falésias de calcário do GWK Cultural Park Bali
A estátua emoldurada pelas paredes da pedreira — o ângulo mais bonito do parque

Porque vale a pena ir ao GWK

GWK é a sigla de Garuda Wisnu Kencana, que se traduz como “Garuda Dourado e Vishnu”. É um parque enorme (equivalente a quase 80 campos de futebol!) com uma estátua gigantesca ao centro, na zona sul da península de Bukit. Dos miradouros vê-se o aeroporto, o oceano e metade do sul de Bali.

Esta estátua é uma criação do escultor balinês Nyoman Nuarta. Idealizou-a no início dos anos 1990, mas a construção demorou quase 30 anos e só foi inaugurada no outono de 2018. O resultado final tem 121 metros de altura, é feita de cobre e latão sobre uma estrutura de aço — é uma das estátuas mais altas do mundo. Representa Vishnu, o deus protetor hindu, montado no ave gigante Garuda. Uma cena do “Mahabharata”.

Grande mural com um veado na parede à entrada do GWK Cultural Park
Mural com um veado à entrada do parque

Este parque aparece muitas vezes nas listas das chamadas “armadilhas turísticas de Bali” — como algumas pessoas pensam do parque das aves (que é fantástico!) e da floresta dos macacos em Ubud. E, sinceramente, eu também pensava assim ao início. Mas o parque surpreendeu-me!

Claro que foi feito a pensar nos turistas, mas foi feito muito bem. Uma área enorme, caminhos bem pensados, eventos locais a cada meia hora ou hora em diferentes zonas do parque, e estes corredores da pedreira — um cenário completamente inesperado para Bali.

Entrada e fonte

Logo a seguir às bilheteiras encontra-se uma praça com uma fonte e uma pequena estátua dourada de Garuda com Vishnu. Uma versão em miniatura do que nos espera no fim.

Fonte dourada com a figura de Garuda à entrada do GWK
A fonte na praça de entrada
Estátua dourada de Garuda e Vishnu vista mais de perto
A mesma estátua mais de perto

Dica: se chegares à hora de abertura — vais estar aqui quase sozinha!

Depois da praça, o caminho principal segue à sombra — entre pavilhões e paredes esculpidas. O parque foi construído em vários níveis: escadas, subidas, descidas. Uma espécie de caminhada leve.

Guardião balinês dvarapala junto a uma parede esculpida
Guardião à entrada de um pavilhão

Estas figuras (os balineses chamam-lhes dvarapalas) estão à entrada de todos os templos balineses. A função delas é afastar os maus espíritos.

Passagem em pedra com plantas suspensas e guardiões no GWK
Uma das passagens mais pitorescas do parque

Jardins e estátuas

Mais adiante, o parque transforma-se numa sequência de jardins tropicais e pequenos templos abertos. Há figuras por todo o lado — deusas, dançarinas, nagas, tartarugas.

Estátuas e baixos-relevos no meio do verde

As poses das estátuas são-me familiares — vi-as nos serões de dança em Ubud. Dedos esticados, olhos muito abertos, pé em ponta.

Baixo-relevo com duas nagas — serpentes aquáticas balinesas
Nagas — serpentes aquáticas

Na tradição balinesa, as nagas vivem na água. Diz-se que da disposição delas depende se vai chover ou não.

Escadaria de pedra com balaustrada em forma de serpente naga
Escadaria com uma naga ao longo do corrimão
Escadaria com guarda-sóis rituais dourados ao longo do corrimão
Os guarda-sóis amarelos (payung) — marcador de um lugar sagrado

Os guarda-sóis (payung) estão por toda a Bali. Não são apenas decoração, fazem parte da tradição dos templos — símbolo de proteção espiritual. Cada cor tem o seu significado: os amarelos, como aqui no parque, simbolizam a prosperidade e a luz espiritual; os brancos, a pureza; os pretos, a proteção contra o mal; e os vermelhos, a força e a paixão. Os payung colocam-se junto aos altares, à entrada dos templos, ao lado das árvores sagradas. E, se reparares bem, vais vê-los em quase todas as cerimónias balinesas.

Falésia esculpida com figuras de tartarugas e uma serpente no GWK Bali
O “atlas” balinês — o mundo sobre as costas de uma tartaruga rodeada por serpentes

Segundo o mito local, o mundo assenta sobre as costas de uma tartaruga gigante chamada Bedawang Nala. Duas serpentes enrolam-se à sua volta — Vasuki e Anantaboga, e juntos mantêm o universo em equilíbrio. Quando a tartaruga se mexe, há terramotos na ilha. Os balineses esculpem frequentemente esta cena na base dos templos e pagodes, como lembrete da fragilidade do mundo debaixo dos nossos pés.

Jardim tropical com flores vermelhas e uma árvore grande
Jardim na zona à sombra do parque
Pavilhão balinês bale rodeado pelo verde do jardim
Bale — pavilhão coberto sem paredes

De certeza que já viste algo assim! Estes bale existem em quase todos os pátios balineses. Aqui pode-se descansar um bocadinho.

Banco esculpido em madeira e altar dentro do pavilhão
Dentro de um dos pavilhões

Os entalhadores balineses trabalham sem desenhos — a mestria é passada de geração em geração, e cada padrão já está na cabeça do mestre antes do primeiro corte. Nas espirais dos ornamentos estão codificados os elementos (fogo, água, vento), criaturas mitológicas e símbolos protetores. Por isso, mesmo um único pavilhão balinês pode ser observado durante horas — cada detalhe tem uma história própria.

Lago antigo com água verde e uma estátua no jardim do GWK
Lago um pouco afastado do trilho principal

Estátuas e altares no meio do verde

Conselho principal: não tentes ver tudo numa hora. O parque foi pensado para um passeio tranquilo.

Escadarias e passagens entre os vários níveis

Dica: o calor durante o dia pode ser intenso. Leva água contigo — os preços dentro do parque são 2 a 3 vezes mais altos.

Oferendas balinesas

Em alguns dos pavilhões há oferendas expostas em vitrinas — as mesmas que vês todos os dias à porta das casas e das lojas em Bali.

Oferendas rituais balinesas com flores e cestos entrançados
Oferendas cerimoniais de templo

Aqueles quadradinhos pequenos feitos de folhas de palmeira com flores e arroz (canang sari) são preparados pelos balineses todas as manhãs e colocados por todo o lado: à entrada das casas, em cima dos motociclos, junto ao mar. Milhares por dia em toda a ilha.

À esquerda — uma mini-oferenda debaixo de uma cúpula. À direita — uma decoração festiva

As oferendas grandes (gebogan) são levadas pelas mulheres ao templo equilibradas em cima da cabeça. Só são feitas antes das festividades mais importantes — Galungan e Kuningan. São os dois acontecimentos mais importantes do calendário balinês, celebrados a cada 210 dias (o ano balinês é mais curto do que o nosso). O Galungan é a vitória do bem sobre o mal, dias em que as almas dos antepassados descem às casas. Dez dias depois é o Kuningan, quando as almas regressam. Se calhares estar em Bali nestes dias, vais ver toda a ilha enfeitada com decorações e penjor (varas altas de bambu com oferendas) à porta de cada casa.

A estátua principal

O ponto final do percurso é a própria estátua. Ora aparece nos espaços abertos entre as árvores, ora se esconde de novo atrás dos ramos.

Cabeça da estátua de Garuda Wisnu Kencana acima das árvores tropicais
Primeiro vislumbre por entre a selva

Claro que isto foi pensado de propósito — é a ideia do autor. O Nuarta concebeu o percurso para que a estátua se “revelasse” gradualmente, em vez de aparecer toda de uma vez. Sabes, faz-me lembrar um pouco Petra na Jordânia — só que ali revela-se de repente, quando se sai do desfiladeiro, e aqui, pelo contrário, vai crescendo a cada passo.

Rosto da estátua de pedra de Vishnu com a coroa em grande plano
O rosto de Vishnu

As pálpebras estão semicerradas, o olhar baixo — como se Vishnu estivesse a observar tudo o que se passa cá em baixo. Li que o Nuarta trabalhou só no rosto durante mais de um ano!

Vistas da estátua de diferentes pontos do parque

É mesmo enorme! E isso sente-se melhor mesmo aos pés dela. A escala não é fácil de assimilar à primeira. A estátua está sobre um pedestal de mais cerca de 30 metros — ou seja, toda a estrutura tem quase 150 metros! Para comparar, é mais alta do que o Big Ben de Londres (96m), do que a Estátua da Liberdade (93m com o pedestal) e do que o Cristo Redentor do Rio (38m). Equivale a um edifício de 50 andares.

Coroa de Vishnu e asas de Garuda — detalhes da parte superior da estátua
A coroa de Vishnu sobre o fundo das asas de Garuda
Parte de cima da estátua — Vishnu montado em Garuda
A composição completa

Pode-se subir ao interior da estátua. O elevador vai até ao 9.º e ao 23.º andar. Do 23.º vê-se toda a ponta sul de Bali — o aeroporto, Nusa Dua, o oceano e, no horizonte, o vulcão Agung. O bilhete compra-se à parte (350 000 IDR, cerca de 20 €).

Eu não subi — não tive tempo, por isso aqui não há fotos do miradouro lá em cima.

Danças e cerimónias

O que distingue o GWK das outras atrações de Bali são as danças. Durante o dia há espetáculos por todo o parque, tudo incluído no bilhete normal. E não dançam animadores, mas sim artistas balineses profissionais, que trabalham aqui em permanência.

Dançarinos balineses de vermelho diante da estátua de Vishnu no GWK
Dançarinos no início do espetáculo

Apanhei um espetáculo diurno mesmo aos pés da estátua principal — e foi, talvez, a segunda impressão mais forte de todo o dia. Dançarinos com trajes vermelhos e dourados, música de gamelão, procissões com oferendas em cima da cabeça!

O contraste entre as figuras pequeninas com saronges e a imensidão da estátua é precisamente aquilo que justifica fazer coincidir a visita com o horário das danças.

Procissão feminina com oferendas

Dançarinos sentados com oferendas de fruta
Cena com oferendas de fruta

Os balineses fazem oferendas tanto para cima (aos deuses) como para baixo (aos espíritos e demónios). No palco, está tudo simplesmente estilizado de forma bonita.

Dança Barong — a principal dança balinesa

O Barong é uma fera mítica de barbas brancas, uma personagem boa da mitologia balinesa. A sua eterna adversária é a feiticeira Rangda, a rainha da magia negra. Pelo cânone da dança, eles lutam, mas nunca vencem um ao outro de forma definitiva. Para os balineses, o bem e o mal são duas faces equivalentes — nenhuma ganha à outra.

Dança dos guerreiros com escudos de fogo

Os escudos estão pintados de forma a parecerem chamas — é uma referência à cena do “Ramayana” em que o exército de Hanuman incendeia Lanka. Movimentos bruscos, saltos, estrondo na praça de pedra ao som do gamelão.

Dançarino com máscara de cavalo branco numa dança balinesa tradicional
Cena com o cavalo

As máscaras balinesas pertencem à categoria dos objetos sagrados. São guardadas à parte, com oferendas ao lado, e nunca se pousam viradas para baixo.

Horário dos espetáculos10:00–18:00 — danças tradicionais a cada hora – 15:00 — dança Barong – 18:00 — dança Kecak no Lotus Pond – 18:00–18:30 — espetáculo Barong no anfiteatro (quarta a sábado, bilhete à parte) O horário exato deve ser consultado no site gwkbali.com — está sempre a mudar

Plaza Garuda

Outro destaque do parque é a Plaza Garuda. Aqui está a cabeça gigantesca de Garuda.

Cabeça de Garuda no pedestal na Plaza Garuda
Plaza Garuda — a cabeça da ave mítica

Esta cabeça foi fundida em separado da estátua principal, ainda nos anos 1990, como protótipo de teste. E acabou por ficar ali no seu pedestal — tornou-se uma obra de arte por direito próprio.

Cabeça de Garuda de lado com o bico aberto
Por outro ângulo vêem-se os detalhes da plumagem

Garuda é o símbolo nacional da Indonésia. A figura estilizada da ave aparece no brasão do Estado, e a companhia aérea nacional chama-se Garuda Indonesia.

Cabeça de Garuda com turistas para se ter noção da escala
As pessoas junto à base dão a noção da escala

De perto percebe-se ainda melhor a escala e, sobretudo, dá para ver todos os pormenores. Quando estás a cinco metros de um bico do tamanho de um carro — é impressionante!

Corredores da pedreira

E agora, finalmente, aquilo pelo qual, na minha opinião, vale mesmo a pena ir ao GWK.

O parque foi construído no local de uma antiga pedreira de calcário. Durante décadas extraía-se daqui a pedra para as aldeias do sul de Bali. Quando, nos anos 1990, o terreno foi cedido para o parque, os arquitetos fizeram uma escolha ousada: deixaram as paredes verticais da pedreira tal e qual, e abriram os caminhos mesmo entre elas. O resultado é algo nada balinês — desfiladeiros estreitos de pedra com vista para a estátua principal.

Cânion com passagem entre falésias de calcário no GWK Cultural Park
O corredor principal do parque

A altura das paredes é cerca de 25 a 30 metros, e o corredor tem uns dez metros de largura. Quando se entra ali, os sons do parque desaparecem — só se ouvem os passos e os pássaros lá no alto. A sensação é estranha, parece que estamos no cenário de um filme histórico.

Corredor longo entre paredes de calcário no GWK
O corredor estende-se em profundidade

Muita gente confunde estes corredores com ruínas antigas. Mas, na realidade, têm menos de 50 anos — são apenas vestígios da extração industrial de calcário.

Cânion com saída aberta para a estátua ao longe
O vão de pedra leva ao pátio seguinte da pedreira
Estátua de Garuda através de uma fenda estreita entre as rochas
A estátua emoldurada pela fenda

Este ângulo é o mais fotogénico do parque. As paredes de calcário funcionam como uma moldura natural, com a estátua bem ao centro. Para encontrares este sítio, segue até ao fim do cânion principal (a placa “Iconic Spots” indica o caminho) e olha para a esquerda.

Dica para fotógrafos: De manhã (até às 11:00) ou perto do pôr do sol (depois das 17:00) a luz entra no cânion em ângulo e ilumina uma das paredes. Uma grande angular de 16–24 mm é a melhor opção — as paredes são altas e numa 35 mm já não cabem.

Cantos sossegados

Entre os pontos principais há muitos pequenos detalhes. Voltei várias vezes pelo mesmo caminho — apercebia-me sempre de algo que tinha escapado da primeira vez.

Árvore antiga com tecido balinês aos quadrados pretos e brancos
Árvore sagrada envolta em poleng

Os quadrados pretos e brancos em Bali (poleng) são marcador de um lugar sagrado. O preto e o branco têm a mesma importância, um não funciona sem o outro.

Escultura em pedra de duas tartarugas no jardim do GWK
Tartarugas em par no jardim do parque
Escultura de bronze de um artista sobre um pedestal — instalação artística
Instalação contemporânea em bronze

As obras em bronze são de alunos do Nuarta. Nem todas são igualmente fortes, mas há um par delas que vale a pena parar para ver.

Praça de relva aberta com paredes de calcário no GWK
Praça de relva para concertos e casamentos

Nesta praça realizam-se concertos, eventos de empresa e casamentos. Por vezes vêm cá tournées internacionais — é um palco fora do habitual para elas.

Plantas tropicais por todo o parque

Lotus Pond

O Lotus Pond é uma enorme praça aberta entre as paredes de calcário, com mais de 4 000 metros quadrados. Ao final do dia realiza-se aqui a dança Kecak, que reúne milhares de espetadores.

Lotus Pond — anfiteatro com a cabeça de Garuda numa elevação no GWK
O Lotus Pond durante o dia, sem público

O Kecak é a dança balinesa mais reconhecível. A sua principal característica é não ter orquestra. Apenas um coro de 50 a 100 homens que entoam ritmicamente “tchak-tchak-tchak”, criando um tecido sonoro extraordinário. O enredo é um episódio do “Ramayana” sobre o rapto de Sita. O final é uma cena de fogo com brasas.

Informação prática

  • Morada: Jl. Raya Uluwatu, Ungasan, Kuta Selatan, Bali 80364
  • GPS: -8.8104, 115.1675
  • Horário: 09:00–21:00 (transfer interno até às 20:00)
  • Bilhete base: 150 000 IDR (cerca de 8,50 €)
  • Bilhete com subida ao topo da estátua: 350 000 IDR (cerca de 20 €)
  • Espetáculo Barong (à noite, à parte): 100 000 IDR (cerca de 5,50 €)
  • Entrada + espetáculo Barong: 200 000 IDR (cerca de 11,50 €)
  • Crianças até 100 cm: gratuito
  • Buggy-shuttle dentro do parque: 40 000 IDR (cerca de 2,30 €) ida e volta
  • Estacionamento para mota: gratuito
  • Google Maps: GWK Cultural Park

Como chegar

O parque fica na ponta sul da península de Bukit, junto a Ungasan. Mais a sul, só há praias e o templo de Uluwatu.

  • Do aeroporto de Ngurah Rai: 20–25 minutos de táxi (100 000–150 000 IDR / cerca de 5,50–8,50 €)
  • De Kuta / Seminyak: 30–45 minutos, 150 000–200 000 IDR (cerca de 8,50–11,50 €) no Grab
  • De Canggu: 1 a 1,5 horas, 250 000–350 000 IDR (cerca de 14–20 €)
  • De Ubud: 1,5 a 2 horas, 400 000–500 000 IDR (cerca de 23–28 €) — vale a pena contratar um motorista privado para o dia
  • De mota: fácil, estacionamento gratuito. Aluguer — 70 000–100 000 IDR por dia (cerca de 4–5,50 €)

Dentro do parque, a área é enorme. Entre os pontos principais há um shuttle gratuito — recomendo usá-lo. Se fores tudo a pé, conta com 3 a 4 horas.

Dicas

  • Quando ir: à hora de abertura (9:00) ou depois das 16:00, para apanhar as danças e o pôr do sol no Lotus Pond
  • Quanto tempo: no mínimo 3 horas sem subir à estátua, 4 a 5 horas com a subida, o dia todo se ficares para o Kecak ao final do dia
  • O que levar: água (lá dentro custa 2 a 3 vezes mais), chapéu, protetor solar, calçado confortável
  • Código de vestuário: para a visita diurna, roupa de verão normal, sem regras de templo. Para a noite, um casaquinho leve, depois do pôr do sol arrefece
  • Com o que combinar: o templo de Uluwatu com o pôr do sol e o Kecak (a 15 minutos daqui), a praia de Melasti, a praia de Padang Padang, os restaurantes de peixe de Jimbaran
  • O que levar de equipamento: grande angular (16–35 mm) para os cânions e planos gerais, e uma lente para retrato (50–85 mm) para os pormenores e os dançarinos

FAQ

Vale a pena ir ao GWK Cultural Park?

Sim. Sobretudo se te interessas pela cultura balinesa e pela fotografia com impacto — o parque oferece tudo isto num único lugar.

Como chegar ao GWK a partir das zonas de praia?

A forma mais simples é Grab ou GoJek. De Kuta/Seminyak são 30 a 45 minutos, de Canggu cerca de 1,5 horas.

Quanto tempo é preciso para a visita?

No mínimo 3 horas. Com a subida à estátua, 4 a 5. Se ficares para o Kecak ao final do dia, o dia todo.

Quanto custa a entrada no GWK Bali?

O bilhete base custa 150 000 IDR (cerca de 8,50 €). Com a subida ao topo da estátua, 350 000 IDR (cerca de 20 €). Crianças até 100 cm entram gratuitamente.

Qual é a melhor altura para visitar o parque?

De manhã, logo a seguir à abertura — há pouca gente e está fresco. Ou depois das 16:00 — apanhas as danças diurnas, a luz suave e podes ficar para o Kecak.

É possível subir à estátua?

Sim, há elevador para o 9.º e o 23.º andares. O bilhete compra-se à parte.

O que é imprescindível ver no GWK?

A estátua principal, a Plaza Garuda com a cabeça gigante, os corredores da pedreira (as fotos mais espetaculares) e pelo menos um espetáculo diurno.

É preciso guia?

Não, não é necessário. A sinalética é boa e os pontos principais são intuitivos.

É preciso visto para visitar Bali?

Sim. Para os cidadãos portugueses é necessário o Visa on Arrival (35 USD / cerca de 32 €), que se obtém à chegada ao aeroporto de Ngurah Rai. É válido por 30 dias e pode ser prolongado uma vez por mais 30. Em alternativa, podes pedir o e-VOA online antes da viagem para evitar filas.

Como chegar a Bali a partir de Portugal?

Não há voos diretos. As melhores opções são voos de Lisboa ou do Porto com escala em Istambul (Turkish Airlines), Doha (Qatar Airways) ou Dubai (Emirates). A duração total da viagem ronda as 18 a 20 horas, dependendo da escala. O aeroporto internacional Ngurah Rai (Denpasar) fica a apenas 20–25 minutos do GWK.

Vale a pena ir?

Sim, sem dúvida. Este parque é daqueles sítios que à primeira vista apetece deixar de lado como “atração turística”, mas que, na verdade, acaba por ser uma verdadeira descoberta: as danças são autênticas, a arquitetura é deslumbrante, e estes corredores de calcário escavados na rocha permitem tirar algumas das melhores fotografias de toda a Bali!

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